Nem tudo o que dói é falta de força.
Às vezes é falta de escuta.
Quem sou
Sou Michele Magalhães, psicóloga clínica, com abordagem psicanalítica, e acredito profundamente no poder da escuta como caminho de transformação.
Meu trabalho é voltado para pessoas que sentem que algo incomoda, pesa ou se repete — mesmo quando “aparentemente está tudo bem”. Muitas vezes, o sofrimento não vem da falta de força, mas da falta de um espaço seguro onde aquilo que dói possa ser dito, elaborado e compreendido.
Na clínica, ofereço um ambiente ético, acolhedor e sem julgamentos, onde cada sujeito é convidado a falar no seu tempo, do seu jeito. A psicanálise entende que nossa história, nossos vínculos e experiências precoces seguem ecoando na vida adulta, influenciando relações, escolhas, autoestima e formas de lidar com o mundo. Tornar esses movimentos mais conscientes é um passo importante para viver com mais liberdade psíquica.
Atendo adultos que desejam se conhecer melhor, compreender seus conflitos emocionais, lidar com angústias, ansiedade, questões relacionais e impasses internos que parecem não ter nome — mas insistem em aparecer.
Acredito em uma psicologia profunda, humana e possível, que não promete soluções rápidas, mas constrói, junto com o paciente, novos sentidos para sua história. O processo terapêutico não é sobre consertar quem você é, mas sobre se escutar com mais verdade.
Se algo em você pede atenção, talvez seja hora de escutar.

Manejo clínico em quadros de Ansiedade, Depressão, Relacionamentos, Casais, Trauma Adolescência, TDAH, Autismo e outros...
Ansiedade
Na psicanálise, a ansiedade é entendida como um sinal — uma espécie de alarme interno que anuncia conflitos que ainda não encontraram representação. Ela não é simplesmente “nervosismo” ou “excesso de preocupação”. Muitas vezes, surge porque algo, na história do sujeito, está pedindo elaboração e ainda não encontrou espaço para ser sentido ou nomeado...
Depressão
Na psicanálise, a depressão é vista como um movimento do psiquismo que indica um sofrimento profundo e silencioso. Não se trata apenas de tristeza, mas de um esvaziamento interno que sinaliza conflitos não elaborados, experiências que ficaram sem palavra e voltam como um peso difícil de nomear...
Relacionamentos
Nossos relacionamentos — amorosos ou familiares — frequentemente expõem dores antigas, expectativas não ditas e marcas da nossa história, o que pode tornar o vínculo mais fonte de sofrimento do que de afeto.
Esses impasses podem gerar conflitos recorrentes, insegurança, ciúmes, afastamentos, explosões emocionais ou uma busca incessante por relações que parecem diferentes, mas acabam levando ao mesmo lugar..
Terapia de Casais
A terapia de casal parte do entendimento de que o relacionamento é um encontro de duas histórias, cada uma com suas marcas, expectativas e modos de amar. Muitas vezes, o sofrimento não nasce apenas do que acontece entre os dois, mas do que cada um traz consigo: dificuldades de comunicação, padrões repetitivos, medo de abandono, idealizações, frustrações e feridas antigas que se atualizam no vínculo presente...
Trauma
Na psicanálise, o trauma não é definido apenas pelo evento em si, mas pelo impacto que ele deixou no psiquismo. Traumas são experiências que ultrapassam nossa capacidade de compreender, nomear ou simbolizar no momento em que ocorreram. Por isso, ficam como marcas que retornam em forma de medo, hiper vigilância, reatividade emocional, evitação, sensação de ameaça constante ou até mesmo sintomas físicos. O corpo muitas vezes lembra antes que a consciência entenda.
Terapia de Jovens
A adolescência é uma fase de reorganização emocional e identitária. Aos 15 anos, o sujeito vive esse “entre-lugar” entre infância e vida adulta, enfrentando dúvidas, pressões, mudanças corporais e afetivas que podem gerar angústia, insegurança e sensação de não pertencimento.
É comum que o adolescente se sinta dividido entre o desejo de autonomia e o medo de não ser compreendido...

